• Formato: Impresso
  • Páginas: 208
  • Publicação: 02/06/2026
  • Capa: Brochura
  • Peso: 0,26 kg
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Livro Impresso

Incentivos Fiscais No Direito Ambiental - 3ª Edição 2026

  • ISBN:

    9786551772306

  • Edição: 3|2026
  • Editora: SaraivaJur

Terence Trennepohl

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42217112
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Incentivos fiscais no direito ambiental, de Terence Trennephol, analisa a norma jurídica com o estudo de medidas tributárias para a contenção da degradação do meio ambiente como tentativa de fomentar a sua preservação.

Este não é um livro de direito tributário. Longe disso.

É um livro que analisa a norma jurídica em sua nobre missão de conferir um “prêmio” àqueles que dela se utilizam para fins ambientais.

Houve um significativo avanço nos estudos sobre incentivos no direito ambiental desde as primeiras edições deste trabalho, em 2008 e 2011.

Alegro-me de poder atualizá-lo à luz dos novos princípios ambientais inseridos na Constituição Federal desde então, acrescidos daqueles outros incorporados na Reforma Tributária (EC 132/23 e a LC 214/25).

O objetivo foi mostrar que a desoneração tributária, na esteira dos incentivos, com a redução da carga tributária, parece ser o melhor caminho.

Os homens vivem (e convivem) envoltos em uma finíssima rede de normas, que regula suas condutas do nascimento até a morte. Muitas, senão a maioria dessas regras, estão presentes em seus cotidianos e sequer são percebidas.

Aquele que se adaptar às políticas públicas menos poluentes, pela via de produtos, bens e serviços sustentáveis, terá uma recompensa, uma contrapartida mais proveitosa.

Sempre defendi que é mais viável a adoção de políticas públicas de desoneração tributária e que é possível diminuir a carga quando o interesse público o justifica. Alguns exemplos de doutrina, nacional e estrangeira, já fazem uso da ideia dos incentivos como norte, e sua acolhida parece ser maior a cada dia.

É certo que ainda parece cedo para afirmar se o que já existe será suficiente. Porém, é um alento ver o que até aqui já se fez, sinalizando bons e auspiciosos ventos neste início de século XXI.

Espero que apreciem a leitura.

INTRODUÇÃO — Importância do tema: o Direito Tributário a serviço da proteção ambiental

PRIMEIRA PARTE

Normas jurídicas e sanção premial como induzimento às condutas desejáveis

CAPÍTULO 1 — A necessidade do Direito e a incidência das normas jurídicas

1.1. Os regramentos de conduta humana

1.2. A infalibilidade da incidência da norma jurídica

CAPÍTULO 2 — Estrutura das normas jurídicas

2.1. Digressões genéricas necessárias

2.2. Bilateralidade

2.3. Disjunção

2.3.1. O juízo hipotético de Kelsen ou disjuntivo de Cossio?

2.3.2. O juízo hipotético de Kelsen

2.3.3. O juízo disjuntivo de Cossio

2.4. Sanção

2.5. Crítica à estrutura da norma em Kelsen

2.6. Ainda a estrutura da norma jurídica, agora em Pontes de Miranda

CAPÍTULO 3 — Da sanção (positiva) premial no Direito

3.1. Uma primeira diligência explicativa

3.2. A existência da sanção positiva (premial)

3.3. Um embate de doutrina em meio à Segunda Guerra Mundial

3.4. A sanção positiva e sua posição na estrutura da norma jurídica

CAPÍTULO 4 — Criação de incentivos fiscais como proposta mais viável

4.1. As vertentes da ingerência estatal na economia moderna

4.2. Na esteira dos incentivos: a possibilidade mais apropriada

SEGUNDA PARTE

O desenvolvimento econômico-industrial da sociedade moderna (“sociedade de risco”) e o princípio da precaução no Direito Ambiental

CAPÍTULO 5 — Implicações do crescimento industrial

5.1. Consequências ambientais do desenvolvimento

5.2. Os debates ambientais: o início dos Fóruns Globais

CAPÍTULO 6 — Sociedade de risco e normas de conduta

6.1. A sociedade globalizada de risco

6.2. O papel das normas jurídicas na contenção dos gravames ambientais

CAPÍTULO 7 — O princípio da precaução no Direito Ambiental

7.1. Os motivos da análise do princípio da prevenção e não do poluidor-pagador

7.2. Antecedentes do princípio da precaução

7.3. A experiência brasileira

7.4. Princípio da precaução × princípio da prevenção no Direito Ambiental

CAPÍTULO 8 — Mudanças climáticas

8.1. Do regime internacional do clima à disciplina normativa nacional

8.2. A articulação entre o Acordo de Paris e a legislação brasileira

TERCEIRA PARTE

O federalismo fiscal × ambiental e as competências dos entes de Direito público interno: interações governamentais e preservação ambiental

CAPÍTULO 9 — Federalismo fiscal × ambiental

9.1. Brasil: Federação sui generis?

9.2. Preliminares de um federalismo cooperativo

9.3. Nosso pacto federativo

9.4. Posição do meio ambiente e dos tributos no cenário constitucional

CAPÍTULO 10 — Competências na Constituição de 1988

10.1. Competências tributárias na Constituição de 1988 e a Reforma Tributária (EC 132/23 e LC 214/25)

10.2. Competências ambientais na Constituição de 1988

10.3. Repartição de receitas tributárias e autonomia federativa

CAPÍTULO 11 — Políticas públicas e meio ambiente

11.1. As políticas públicas na preservação do meio ambiente: algumas considerações

11.2. O uso das medidas tributárias

11.2.1. Prólogo dos tributos ambientais no Brasil e o “ICMS Ecológico”

11.2.2. Os incentivos fiscais no Direito Ambiental: alguns exemplos que iniciaram essa prática

11.3. A possibilidade de associação das políticas públicas tributárias de incentivo ao meio ambiente equilibrado

QUARTA PARTE

Planejamento tributário estatal de fomento às políticas públicas ambientais: os incentivos fiscais lato sensu

CAPÍTULO 12 — A intervenção do Estado no domínio econômico e os incentivos fiscais

12.1. O que é o planejamento ambiental do Estado com o uso de incentivos fiscais

12.2. Momento dos incentivos fiscais: despesa e receita pública

12.2.1. Despesa pública: as subvenções, os créditos presumidos e os subsídios

12.2.2. Receita pública: isenções, diferimentos, remissões e anistias

12.3. As exigências da Lei Complementar 101/2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal)

CAPÍTULO 13 — Políticas públicas de planejamento tributário negativo e extrafiscalidade

13.1. Políticas tributárias ambientais e extrafiscalidade

13.2. Tributação ambiental negativa: extratos de doutrina

13.3. A orientação das condutas tributárias e o meio ambiente

CAPÍTULO 14 — ESG: um novo paradigma para a sustentabilidade ambiental

14.1. Introdução

14.2. A trajetória do ESG no ambiente corporativo e o mercado de carbono

14.3. À guisa de conclusão

CAPÍTULO 15 — Os incentivos concedidos ao etanol no Brasil e nos Estados Unidos

15.1. A necessidade de uma matriz energética limpa

15.2. O etanol brasileiro e os projetos de infraestrutura

15.3. O agronegócio brasileiro e o mercado internacional

15.4. Conclusões

CAPÍTULO 16 — Política Nacional de Pagamento por Serviços Ambientais: desenho normativo, diretrizes e alcance

16.1. Introdução: PNPSA como instrumento de políticas públicas

16.2. Conceito e indução econômica

16.3. Uma controvérsia administrativa decorrente de uma leitura limitadora

16.4. Algumas considerações de encerramento

CONCLUSÕES

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

TERENCE TRENNEPOHL

Pós-Doutor pela Universidade de Harvard. Doutor e Mestre em Direito Ambiental. Professor de Direito Ambiental em cursos de pós-graduação no Brasil e no exterior. Visiting Professor do LLM na Queen Mary University, Londres, desde 2013. Visiting Attorney no Dewey & LeBoeuf LLP e no Pillsbury Winthrop Shaw Pittman LLP, Nova Iorque, de 2010 a 2013. Advogado em São Paulo.