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E-Book - TÉCNICAS DO TRABALHO DE GRUPO

  • ISBN:

    9788522471799

  • Edição: 3|2001
  • Editora: Atlas

Agostinho Minicucci

R$ 104,00
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4201036
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Este texto apresenta normas gerais sobre condução de reuniões, técnicas de trabalho no pequeno e no grande grupo, instrumentos de avaliação do desempenho individual e grupal. As técnicas aqui expostas têm sido apontadas como um dos indicadores da imp
  • Formato: Bookshelf
  • Páginas: 320
  • Publicação: 05/11/2012
Este texto apresenta normas gerais sobre condução de reuniões, técnicas de trabalho no pequeno e no grande grupo, instrumentos de avaliação do desempenho individual e grupal. As técnicas aqui expostas têm sido apontadas como um dos indicadores da importância atribuída ao estudo da dinâmica do comportamento grupal, desde os estudos pioneiros de Kurt Lewin, desenvolvidos na década de 40. Ademais, paralelamente ao surgimento de tais técnicas, ampliou-se também o leque de suas aplicações, avaliando-se, em cada caso seus resultados efetivos. Dessa forma, existe atualmente uma experiência acumulada suficiente para que sejam indicadas as técnicas mais apropriadas às diferentes finalidades - que vão desde o ensino até a tomada de decisões em organizações empresariais.

De acordo com Kurt Lewin, criador da expressão dinâmica de grupo e idealizador do T-Group, as técnicas desenvolvidas nessa área destinam-se essencialmente a reformular o comportamento de cada um dos integrantes de diferentes grupos, organizados em diferentes ambientes, visando à consecução dos mais diversos objetivos. Como resultado da aplicação dessas técnicas, procura-se, geralmente, obter maior coesão da atividade grupal, de consenso e de concordância de sentimentos e de objetivos.

Decorrentemente, tendo em vista a melhor compreensão de todos esses aspectos, muitas foram as pesquisas que se sucederam aos estudos embrionários de Lewin. Zander e Cartwright, por exemplo, ocuparam-se do estudo de processos de comunicação, liderança, coesão, propriedades estruturais, pressões e padrões dos grupos. Moreno e seus colaboradores criaram os grupos de psicodrama, sociodrama, role-playing e outras técnicas, com conotação psicanalítica. Piaget enfatizou o grupo como elemento fundamental na educação do pensamento lógico, criando, dessa forma, a epistemologia genética, na psicologia do desenvolvimento. Bales, por sua vez, realizou estudos mais específicos sobre os grupos de trabalho.

Em essência, é um texto de divulgação e de instrução sobre como aplicar essas técnicas. Reforçando seu caráter didático, apresenta, ao final, um vocabulário de termos técnicos.
1    NORMAS GERAIS DE CONDUÇÃO DE REUNIÕES
    1    O que é grupo
    2    Processo de grupo
    3    Por que nos reunimos
    4    Diferentes tipos de reuniões
    5    Nós e os grupos
    6    A informalidade e o clima permissivo
    7    Tamanho do grupo
    8    Situação física
    9    O ambiente em uma reunião
    10    A participação do grupo grande
    11    A redução da intimidação nas reuniões de grupo
    12    Como melhorar os programas das reuniões
    13    Técnicas grupais ou técnicas de trabalho de grupo
    14    Tipos de técnicas de grupo
    15    Como aplicar as técnicas
    16    Escolha de técnicas em dinâmica de grupo
    17    Elementos participantes do grupo
        17.1    Dirigente, condutor, coordenador ou líder de grupo
            A - Antes da reunião
            B - Durante a reunião
            C - Depois da reunião
        17.2    Membros, elementos, participantes do grupo
            A - Antes da reunião
            B - Durante a reunião    
            C - Depois da reunião
        17.3    Secretário ou grupo de síntese
            A - Antes da reunião
            B - Durante a reunião
            C - Ao final das atividades da reunião
        17.4    Observador
        17.5    Assessor em dinâmica de grupo
    18    Cuidados necessários na condução de uma reunião

2    PEQUENOS GRUPOS
    1    Audiência de comissão
        1.1    Definição
        1.2    Funções a desempenhar
        1.3    Funcionamento
        1.4    Como se caracteriza esta técnica
        1.5    Quando se deve utilizar este método
        1.6    Audiência de comissão na escola
    2    Brainstorming - Grupo de Brain - BS
        2.1    Definição
        2.2    Tipos de brainstorming
            A - Método de Osborn
            B - Método Gordon
            C - Os métodos de associação forçada
            D - A técnica analítica
            E - Brainstorming, instrumento de formação
        2.3    Por que usar o BS
        2.4    As três fases de um brainstorming
        2.5    Condições de realização do brainstorming propriamente dito ou fase produtiva
        2.6    Instruções
        2.7    Regra complementar
        2.8    A imaginação criadora do brainstorming
        2.9    Eliminação do espírito crítico inimigo da imaginação
        2.10    Pressão direta exercida para a produtividade
        2.11    Utilização em educação
        2.12    Utilização na escola
        2.13    Outras atividades em que se pode utilizar a técnica
    3    Círculo de estudos
        3.1    Objetivo
        3.2    Programação
        3.3    Desenvolvimento
        3.4    Algumas observações
    4    Círculo IV
        4.1    Definição
        4.2    Membros
        4.3    Desenvolvimento
        4.4    Aplicação na escola
    5    Debates informais
    6    Diálogo ou debate público
        6.1    Conceituação
        6.2    Participantes
        6.3    O grupo
        6.4    Desenvolvimento da técnica
        6.5    Vantagens da técnica
        6.6    Duração
        6.7    Em que circunstâncias essa técni


Agostinho Minicucci

Doutor em Educação

Livre

docente em Psicologia

Licenciado em Letras e Pedagogia

Psicólogo

Professor universitário

Assessor de empresas na área de Recursos Humanos

Autor de obras na área de Psicologia, Educação e Administração de Empresas

Exerceu clínica psicológica

Trabalhou com seleção e treinamento de pessoal

Trabalhou com jornalismo

Lidou com trabalho de grupo

Trabalhou na Secretaria da Educação de São Paulo

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