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Cultura de Massas no Século XX - Neurose e Necrose

20% desconto

Autor: Edgar Morin

ISBN: 9788530977177
Publicação: 26/01/2018
Edição: 11|2018
Formato: 14 X 21
Páginas: 456
Acabamento da capa: Brochura
Peso: 0,54kg
Selo Editorial: Forense universitária

De: R$85,00

Por: R$68,00

Cultura de Massas no Século XX – O Espírito do Tempo, de Edgar Morin, divide-se em duas partes, reunidas em um único volume nesta 11ª edição.

A primeira, reformulada pelo autor e chamada Neurose, abrange os anos 1960-65 e analisa as consequências sociais, psicológicas e espirituais do impacto da Tierce Culture ou da mass culture nos aglomerados sociais, focalizando os mitos que, produzidos industrialmente, condicionam os valores existenciais do público consumidor: os prazeres, a felicidade e o amor, entre outros. O termo neurose é aqui empregado não somente no sentido de um mal do espírito, mas de um compromisso entre esse mal e a realidade, compromisso firmado e pago por meio de fantasias, mitos, ritos, sem que seja suprimida a origem do mal.

No entanto, a crescente influência da cultura de massas na vida cotidiana, nos lares, na vida conjugal, na família, deu origem à transformação da mitologia da felicidade numa problemática da felicidade. Sedes de movimentos de underground, de “contracultura”, ou mesmo de “revolução cultural”, começam a surgir, à margem da cultura de consumo, penetrando-a, irrigando-a, modificando-a.

Emergindo inicialmente na forma de pequenas perturbações e dificuldades, uma verdadeira crise cultural eclode nos anos 1965-75, provocando, por sua vez, profunda crise social. É desse período que trata a segunda parte, Necrose.


A própria noção de cultura de massas torna-se problemática, passando a exigir não só uma ampliação de sua primeira definição, como também novas bases metodológicas e epistemológicas para seu estudo, visto que uma verdadeira necrose operou-se no organismo cultural de nossa sociedade ocidental. Necrose no sentido de decomposição de um órgão que pertence a um organismo ainda vivo.

Segundo o autor, se a neurose propõe um passeio pelas avenidas da cultura de massas, a necrose convida aos preparativos de uma longa viagem de destino ainda ignorado, que constitui um delirante desafio às disposições epistemológicas do leitor.

NEUROSE
A cultura de massas, durante os anos 1960-65, estendendo seus poderes sobre o mundo ocidental, produz industrialmente os mitos condicionadores da integração do público consumidor à realidade social. Neurose tem aqui não somente o sentido de um mal do espírito, mas de um compromisso entre esse mal e a realidade, por meio de fantasias, de mitos e de ritos.


NECROSE
Desenvolvimento dos temas apresentados na primeira parte do livro (Neurose), por meio do exame das perturbações e crises que estouraram nos anos 1965-75.
A problematização da cultura de massas conduz à problemática da revolução cultural; a crise da cultura conduz à crise da sociedade. Necrose ou decomposição de um órgão num organismo ainda vivo. Eis o que provocou a crise da cultura durante os anos 1965-75 na sociedade ocidental.

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Sinopse

Detalhes

Cultura de Massas no Século XX – O Espírito do Tempo, de Edgar Morin, divide-se em duas partes, reunidas em um único volume nesta 11ª edição.

A primeira, reformulada pelo autor e chamada Neurose, abrange os anos 1960-65 e analisa as consequências sociais, psicológicas e espirituais do impacto da Tierce Culture ou da mass culture nos aglomerados sociais, focalizando os mitos que, produzidos industrialmente, condicionam os valores existenciais do público consumidor: os prazeres, a felicidade e o amor, entre outros. O termo neurose é aqui empregado não somente no sentido de um mal do espírito, mas de um compromisso entre esse mal e a realidade, compromisso firmado e pago por meio de fantasias, mitos, ritos, sem que seja suprimida a origem do mal.

No entanto, a crescente influência da cultura de massas na vida cotidiana, nos lares, na vida conjugal, na família, deu origem à transformação da mitologia da felicidade numa problemática da felicidade. Sedes de movimentos de underground, de “contracultura”, ou mesmo de “revolução cultural”, começam a surgir, à margem da cultura de consumo, penetrando-a, irrigando-a, modificando-a.

Emergindo inicialmente na forma de pequenas perturbações e dificuldades, uma verdadeira crise cultural eclode nos anos 1965-75, provocando, por sua vez, profunda crise social. É desse período que trata a segunda parte, Necrose.


A própria noção de cultura de massas torna-se problemática, passando a exigir não só uma ampliação de sua primeira definição, como também novas bases metodológicas e epistemológicas para seu estudo, visto que uma verdadeira necrose operou-se no organismo cultural de nossa sociedade ocidental. Necrose no sentido de decomposição de um órgão que pertence a um organismo ainda vivo.

Segundo o autor, se a neurose propõe um passeio pelas avenidas da cultura de massas, a necrose convida aos preparativos de uma longa viagem de destino ainda ignorado, que constitui um delirante desafio às disposições epistemológicas do leitor.

NEUROSE
A cultura de massas, durante os anos 1960-65, estendendo seus poderes sobre o mundo ocidental, produz industrialmente os mitos condicionadores da integração do público consumidor à realidade social. Neurose tem aqui não somente o sentido de um mal do espírito, mas de um compromisso entre esse mal e a realidade, por meio de fantasias, de mitos e de ritos.


NECROSE
Desenvolvimento dos temas apresentados na primeira parte do livro (Neurose), por meio do exame das perturbações e crises que estouraram nos anos 1965-75.
A problematização da cultura de massas conduz à problemática da revolução cultural; a crise da cultura conduz à crise da sociedade. Necrose ou decomposição de um órgão num organismo ainda vivo. Eis o que provocou a crise da cultura durante os anos 1965-75 na sociedade ocidental.

Sumário

Preâmbulo: Atualidade de O Espírito do Tempo – Éric Macé, junho de 2007
Prefácio da Presente Edição – Edgar Morin, outubro 2006
Prefácio à Terceira Edição – Neurose
Prefácio – Necrose
Introdução

NEUROSE
PRIMEIRA PARTE
A INTEGRAÇÃO CULTURAL
1 Um Terceiro Problema
2 A Indústria Cultural
3 O Grande Público
4 A Arte e a Média.
5 O Grande Cracking
6 Uma Cultura de Lazer
7 Os Campos Estéticos

ÍNDICE SISTEMÁTICO
XIV CULTURA DE MASSAS NO SÉCULO XX

SEGUNDA PARTE
UMA MITOLOGIA MODERNA
8 Simpatia e Happy End
9 Os Vasos Comunicantes
10 Os Olimpianos
11 O Revólver
12 O “Eros” Quotidiano
13 A Felicidade
14 O Amor
15 A Promoção dos Valores Femininos
16 Juventude
17 A Cultura Planetária
18 O Espírito do Tempo

NECROSE
TERCEIRA PARTE
SOCIOLOGIA DO PRESENTE E SOCIOLOGIA DA CULTURA
1 A Crise
2 O Acontecimento
3 A Ideia
4 A Cultura
5 A Crise Cultural

A METAMORFOSE CULTURAL
1 A Metamorfose da Cultura de Massas
2 A “Nova Gnose”
ÍNDICE SISTEMÁTICO XV

QUINTA PARTE
A BRECHA CULTURAL
1 Tendências e Contratendências
2 A Crise Juvenil
3 A Crise Feminina
4 A Crise Ecológica

Conclusão: A Crise Atual
Inconclusão: O Futuro
Introdução à Bibliografia

Autoria

Edgar Morin é um sociólogo, antropólogo e filósofo francês. Pesquisador emérito do prestigiado CNRS, na França, é autor de mais de 80 livros, entre eles os seis volumes de "O método" e "Cultura de massas no século XX".

Outras versões disponíveis

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